31 de mai de 2012

Tá perdoado!

Pensei em escrever uma carta anônima, mas fiquei com medo.
Por isso penduro aqui toda minha indignação.
De tanto querer ser grande você ficou menor que sua competência.
Ficou frágil, mas não insignificante, sua presença mesmo pequena gerava desconforto.
Pensei em escrever sobre os atrasos, as faltas, a irresponsabilidade e até sobre seu bigode de suor...
Mas aí eu acordei animado, dei um simples tchau e fui ser feliz.
Tá perdoado!

- Gillian Caetano

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